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Porto Velho entrou em alerta sanitário no dia 19 de fevereiro de 2026 após a confirmação de novos casos de Mpox, doença anteriormente conhecida como varíola dos macacos. As informações divulgadas naquele dia apontaram que a capital já acumulava notificações em acompanhamento, com parte dos casos confirmados e pacientes sob monitoramento da rede de saúde.
Segundo a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa, até aquele momento o município havia registrado seis notificações, sendo duas descartadas e quatro confirmadas. A administração municipal informou ainda que dois casos haviam sido registrados no fim de dezembro de 2025, com alta médica, enquanto outros dois identificados em fevereiro de 2026 permaneciam internados em estado geral estável e em isolamento, conforme os protocolos assistenciais.
A cobertura publicada no mesmo dia também destacou que a rede municipal de saúde vinha reforçando orientações às unidades básicas sobre notificação obrigatória, fluxo de atendimento e manejo clínico da doença. A recomendação à população foi para que pessoas com sintomas procurassem imediatamente uma UBS ou UPA, a fim de receber avaliação e encaminhamento adequado.
A Mpox é transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, podendo apresentar sintomas como febre, dores no corpo, fraqueza, ínguas e erupções cutâneas. O caso ganhou relevância em Porto Velho não apenas pelo número de confirmações, mas também por colocar novamente em pauta a importância da vigilância epidemiológica e da resposta rápida das unidades de saúde diante de doenças infecciosas.
Com o monitoramento mantido pela Semusa, o dia 19 de fevereiro marcou uma das principais pautas de saúde pública em Porto Velho naquele momento, chamando atenção para prevenção, informação correta e necessidade de acompanhamento constante da situação sanitária no município.













