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Porto Velho teve, em 1º de março de 2026, uma pauta de forte valor cultural e histórico com a celebração dos 50 anos da Biblioteca Municipal Francisco Meirelles, um dos espaços mais tradicionais da capital. A Prefeitura destacou a instituição como patrimônio do conhecimento, da memória e da inclusão, reforçando seu papel na formação de leitores, estudantes e pesquisadores ao longo de décadas.
Segundo a publicação oficial, a biblioteca foi criada em 30 de dezembro de 1973 e inaugurada em 24 de janeiro de 1975. Ao longo desse período, consolidou-se como um importante centro de estudo e preservação histórica em Porto Velho, atendendo desde estudantes da rede pública até professores, pesquisadores e candidatos a concursos.
A reportagem informa que o espaço conta atualmente com cerca de 60 mil títulos, incluindo obras raras e coleções históricas, além de aproximadamente 60 mil edições de jornais impressos disponíveis para consulta. Entre os exemplares de destaque, a matéria cita livros antigos e registros que ajudam a contar a história de Porto Velho, de Rondônia, da Região Norte e do Brasil.
Além do acervo, a biblioteca também foi apresentada como um ambiente de transformação social. A cobertura menciona projetos de incentivo à leitura, ações voltadas a crianças, atividades para mulheres em situação de violência doméstica, trilhas sensoriais para pessoas com deficiência visual e outras iniciativas que ampliam o papel do local para além do empréstimo de livros.
Outro ponto destacado foi o processo de revitalização conduzido nos últimos anos, com melhorias estruturais, restauração de mobiliário e modernização de equipamentos. Em um dos marcos citados pela própria Prefeitura, a biblioteca alcançou em julho de 2022 o empréstimo de mais de 12 mil livros, além de 36 mil atendimentos e ações que beneficiaram mais de 3 mil crianças da rede municipal.
Com isso, o dia 1º de março ficou marcado em Porto Velho por uma pauta de educação, cultura e preservação histórica, mostrando a Biblioteca Francisco Meirelles como um dos principais símbolos do acesso ao conhecimento na capital rondoniense.













