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Porto Velho teve, em 10 de março de 2026, uma pauta urbana de destaque com o início da implantação de jardins de chuva em diferentes pontos da cidade. A ação foi apresentada pela Prefeitura como parte de um conjunto de medidas para melhorar o escoamento da água durante o período chuvoso e diminuir os impactos dos alagamentos em áreas críticas da capital.
Segundo a reportagem publicada no dia, a iniciativa é coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) e utiliza o conceito de infraestrutura verde. Na prática, essas estruturas funcionam como um sistema complementar de drenagem urbana, ajudando a reter parte da água da chuva antes que ela sobrecarregue o sistema convencional da cidade.
A matéria informa que cada jardim de chuva pode armazenar até 6 mil litros de água em cerca de 15 minutos, contribuindo para reduzir o acúmulo nas vias e aliviar a pressão sobre bocas de lobo e galerias pluviais. Ao todo, aproximadamente 20 jardins devem ser instalados em locais escolhidos com base em critérios técnicos e estratégicos.
A publicação também explica que a construção dessas estruturas segue um modelo técnico específico, com camadas de rochas, solo adequado e vegetação, tudo pensado para favorecer a infiltração e o armazenamento temporário da água. O planejamento leva em conta as características geográficas de Porto Velho, cuja topografia plana dificulta o escoamento rápido em períodos de chuva intensa.
Com isso, o dia 10 de março ficou marcado em Porto Velho por uma pauta de infraestrutura sustentável e prevenção urbana, mostrando uma tentativa de unir engenharia e soluções ambientais para enfrentar um problema recorrente da capital no inverno amazônico.












