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Porto Velho teve, em 30 de março de 2026, uma pauta de destaque na área de habitação com o início do processo de seleção de empresas da construção civil para novos empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida. A medida foi anunciada pela Prefeitura como etapa preparatória para a construção de 572 moradias destinadas a famílias de baixa renda no município.
Segundo as publicações do dia, o chamamento público é coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade (Semdec) e busca identificar empresas aptas a elaborar os projetos e, depois, executar as obras, desde que atendam aos critérios técnicos, operacionais e legais previstos em edital. A Prefeitura também informou que já havia pré-aprovação da Caixa Econômica Federal, o que permite avançar na estruturação do programa.
As reportagens destacaram ainda que os empreendimentos foram planejados em áreas próximas a serviços essenciais, com proposta urbanística voltada a casas unifamiliares, com quintal e menor adensamento. A ideia apresentada foi ampliar o acesso à moradia com mais qualidade de vida e reduzir o déficit habitacional da capital.
A pauta ganhou relevância em Porto Velho porque trata de uma demanda histórica da população de baixa renda: o acesso à casa própria. Ao abrir a seleção de empresas, a gestão municipal colocou em andamento uma fase decisiva para tirar o projeto do papel e preparar novas entregas habitacionais na cidade. Essa leitura sobre o peso social da medida é uma inferência baseada no foco das reportagens em déficit habitacional e ampliação do acesso à moradia.
Com isso, o dia 30 de março ficou marcado em Porto Velho por uma pauta de forte impacto social e urbano, ligada à expansão da política habitacional e à perspectiva de novas unidades para famílias que aguardam oportunidade no programa federal.












