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Porto Velho teve, em 3 de março de 2026, uma pauta de infraestrutura com impacto direto na vida de moradores da região de Santo Antônio. A Prefeitura iniciou a construção de uma ponte sobre o igarapé Bate-Estaca, após o rompimento da estrada que vinha causando transtornos, isolamento parcial de comunidades e aumento no trajeto de acesso a pontos importantes da localidade.
Segundo a publicação oficial, o desmoronamento no trecho afetado ampliou em mais de cinco quilômetros o percurso de quem precisava chegar ao cemitério, à Igreja de Santo Antônio e ao Memorial Rondon. A obra foi apresentada como uma solução definitiva para um problema recorrente, já que moradores da área relataram que a pista já havia rompido outras vezes no mesmo ponto.
A Prefeitura informou que a nova estrutura terá pista de ida e volta, será erguida sobre treliças metálicas e contará também com passagem lateral para ciclistas e pedestres. A proposta, segundo a gestão municipal, é garantir mais segurança, durabilidade e fluidez em uma das rotas consideradas estratégicas para a capital.
Outro ponto destacado foi o custo estimado da intervenção, calculado em cerca de R$ 80 mil, com parte da economia viabilizada pelo uso de madeiras apreendidas e doadas para a execução do serviço. A Secretaria Municipal de Infraestrutura afirmou que a obra foi definida após estudo técnico da equipe de engenharia, justamente para evitar novas soluções paliativas no local.
Com isso, o dia 3 de março ficou marcado em Porto Velho por uma pauta de obras públicas e resposta emergencial, com foco em restabelecer o acesso da comunidade e resolver de forma mais duradoura um problema histórico da Estrada de Santo Antônio.













